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Mostrando postagens de Maio, 2014

FINANCIAMENTO E TAXA DE JUROS PÓS É PRÉ FIXADAS

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Conceito São os tipos de juros aplicados ao financiamento imobiliário que corrigem os valores do contrato de financiamento do imóvel adquirido. Ao solicitar ao banco um financiamento para a compra do seu imóvel e aprovado teu financiamento, o banco credor tem o direito de reaver este dinheiro emprestado com correção e também de não deixar que o valor se desvalorize por conta da inflação. Tudo porque o valor é devolvido parceladamente ao longo de anos. Os juros são a forma de remunerar o banco que emprestou o dinheiro e a correção monetária escolhida vai manter o valor de divida atualizado. A correção utilizada é a TR (taxa referência) utilizada nos contratos com juros pós fixados
Tipos de taxa de juros São dois os tipos de juros utilizados pelos bancos e a diferença entre eles esta na forma de composição destes juros. São eles Nominal Juros pré-fixado: ao escolher este tipo de juro para o contrato de financiamento o mutuário saberá antecipadamente de quanto será cada parcela que irá pagar…

FINANCIAMENTO SAC E CALCULO DAS PARCELAS

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FINANCIAMENTO SAC E CALCULO DAS PARCELAS Tudo feito, tudo correto e o financiamento SAC esta concluído. Eis que você tem finalmente a compra do imóvel fechada e vai começar a pagar as parcelas do financiamento aprovado. Todo o mês, desde a 1ª parcela, chega um valor diferente para pagar e você não sabe que valor é este, como esta seu saldo devedor, quanto de juros esta pagando e porque a parcela vem sempre maior.
ConceitoNo sistema de amortização constante (SAC) como o nome diz, temos a amortização da sua divida, isto é, a diminuição dela sempre no mesmo valor. O valor que diminui teu saldo devedor é sempre o mesmo e por isso dizemos que ele é “constante” pois não se modifica. Independente do valor da parcela o valor que diminui o saldo devedor será sempre o mesmo sem modificações, o que modifica é os juros cobrados. De que é formada a parcela? Do valor da amortização do saldo devedor que é fixo e dos juros. Na parcela também esta incluído a taxa de administração do contrato de financiam…

O FIADOR E A INADIMPLÊNCIA DO LOCATÁRIO

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ATUALIZADO EM 2018
O FIADOR E A INADIMPLÊNCIA DO LOCATÁRIO
A fiança continua a ser um tipo de garantia eficaz em face da possibilidade de penhora de bens do fiador mesmo que seja um único imóvel e considerado bem de família. Uma das dúvidas mais comum é em relação a quando o fiador é obrigado a pagar os débitos não quitados pelo locatário. Os contratos de locação podem trazer dois tipos de cláusula na fiança locatícia.

Em qualquer contrato o fiador deve fazer constar que o locador seja obrigado a comunica-lo por escrito qualquer falta de pagamento do locatário superior a 10 dias de atraso concedendo-lhe o direito de quitar a divida. Isso facilita o controle sobre seu afiançado, evitando que uma eventual inadimplência somente seja de conhecimento quando já atinge um valor muito alto.

Vale lembrar que a inadimplência na locação permite ao locador entrar com despejo e execução da divida sem precisar extrajudicialmente notificar, o que implica em ir crescendo os valores devidos e todos os cu…

QUITAÇÃO ANTECIPADA DO CONTRATO DE ALUGUEL DE IMÓVEL

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ATUALIZADO EM 2018
QUITAÇÃO ANTECIPADA DO CONTRATO DE ALUGUEL DE IMÓVEL
As locações imobiliárias são regidas pela Lei do Inquilinato 8.245/91 e o Código Civil de 2002 vigente nos casos em que a lei especial é omissa. É sabido que a legislação proíbe a cobrança antecipada do aluguel salvo nas locações por temporada(máximo 90 dias) ou quando não existe garantia. 

PORTABILIDADE DE FINANCIAMENTO IMOBILIARIO

Entrou em vigor no último dia 05 de maio de 2014 a Resolução 4.292 do Banco Central do Brasil, publicada em 20 de dezembro de 2013. Este normativo dispõe sobre a portabilidade de operações de crédito realizadas com pessoas naturais, e dentre os créditos possíveis de serem portados inclui-se o crédito imobiliário.
O objetivo maior desta norma é garantir ao consumidor final, melhores condições para a continuidade do pagamento de um crédito preexistente, assim também como promover a concorrência entre as instituições financeiras.
Trata-se de um importante instrumento que poderá favorecer os clientes bancários, possuidores de linha de crédito imobiliário (abrange ainda os créditos de veículos, CDC (Crédito Direto ao Consumidor), crédito pessoal e todas as linhas de crédito consignado (INSS, público e privado)), uma vez que será possível comparar as taxas e seguros cobrados pelos Bancos, bem como as demais disposições contratuais, possibilitando assim uma análise detalhada que poderá culmina…

BENFEITORIAS NO IMÓVEL LOCADO

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ATUALIZADO EM 2018
BENFEITORIAS NO IMÓVEL LOCADOConceitoBenfeitorias no imóvel locado são melhorias que a pessoa pode fazer para que melhore a sua utilização ou agregue valor ao bem. Na locação existem regras previstas em lei para que o locatário possa utiliza-las

Quando residimos em um imóvel que não nos pertence é nossa obrigação manter o imóvel em perfeitas condições da mesma forma que foi recebido e assim, é obrigação do locatário a manutenção do imóvel locado durante o contrato de locação residencial ou não residencial. Manutenção e benfeitoria no imóvel locado são coisas diferentes. Arrumar a torneira estragada é manutenção, instalar uma grade de proteção é benfeitoria.


Legislação A legislação determina às obrigações do locador e do locatário nos artigos 22 e 23 da lei 8.245/91 sendo do locador a obrigação de manter o imóvel em condições de ser utilizado para os fins contratados e sendo obrigação do locatário mante-lo, consertando tudo que por este for danificado, repondo-o ao esta…

SUBLOCAÇÃO DE IMÓVEL E DIREITO DE PREFERÊNCIA

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A legislação do inquilinato prevê que aplicam-se as sublocações as mesmas regras das locações. Em relação ao direito de preferência na compra do imóvel locado determina a lei que o locatário terá o direito de preferência na aquisição do imóvel devendo o locador oferecer-lhe em primeira mão, na forma prescrita na lei que é a forma escrita. Sendo assim se a legislação diz que aplicam-se ao sublocatário as mesmas regras do locatário como fica a questão se temos duas figuras distintas com o mesmo direito! Nos casos em que o imóvel é sublocado com o consentimento do locador temos a figura do “sublocatário” pessoa legalmente habilitada pelo locatário a utilizar o imóvel locado parcialmente ou em seu todo. Assim a preferência vai depender da forma como foi instituída a sublocação.
Locação residencial Em geral a sublocação de imóvel residencial não é permitida por locadores e quando ocorre costuma ser feita ilegalmente pelo locatário sem o consentimento do locador. Nos casos em que houve infração…

TABELA MENSAL INCC - 2013 E 2014

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TABELA MENSAL DE DIVULGAÇÃO  DO  ÍNDICE NACIONAL DE CUSTOS DA CONSTRUÇÃO
Índice nacional divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que reflete a inflação nos preços dos materiais utilizados na construção civil e os salários da mão de obra utilizada.
O INCC M (de mercado) é calculado entre o 1º e o último dia de cada mês e divulgado em torno do dia 25 do mês seguinte.
Utilizado como correção nos contratos de compra e venda de imóveis na planta e em construção.



Maio 2014:         1,37%  - acumulado 2014 = 3,44%  - acumulado 12 meses = 7,15%
Junho 2014:       1,25%  - acumulado 2014 = 4,73%  - acumulado 12 meses = 7,90% Julho 2014:        1,37%  - acumulado 2014 = 3,44%  - acumulado 12 meses = 7,90%
Agosto 2014:     0,19% - acumulado 2014 = 5,77% - acumulado 12 meses = 7,10%
Setembro 2014: 0,16%  - acumulado 2014 = 5,93% - acumulado 12 meses = 6,79% Outubro 2014: 0,20%  - acumulado 2014 =6,14% -   acumulado 12 meses = 6,66%
Novembro 2014




Fonte:http://economia.uol.com.br/noticias/valor-…

O INCC E OS IMÓVEIS ADQUIRIDOS NA PLANTA

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O INCC E OS  IMÓVEIS ADQUIRIDOS NA PLANTA INCC - Índice nacional de custos da construção civil divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que informa a evolução dos custos dos materiais de construção civil e mão de obra assalariada utilizado na correção de preços de imóveis na planta.

O CÔNJUGE E A RECUSA EM ASSINAR A VENDA DO IMÓVEL

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Atualizado em 2018
O CÔNJUGE E A RECUSA EM ASSINAR A VENDA DO IMÓVEL Na venda de imóveis é obrigatória a assinatura do contrato particular e/ou escritura pública de compra e venda pelo casal (outorga marital ou uxória) durante o casamento, exceto nos casos em que o regime de bens é o de separação absoluta(CC 2002). No divórcio e partilha as partes possuem o imóvel em condomínio, cada um com seu percentual.